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	<title>Congresso Nacional de Neurologia Archives - My Neurologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da neurologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças do foro neurológico.</description>
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	<title>Congresso Nacional de Neurologia Archives - My Neurologia</title>
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		<title>Congresso Nacional de Neurologia: envio de abstracts até 16 de setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2022 08:47:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional de Neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Cultural de Aveiro e o Meliá Ria Hotel acolhem em novembro, entre 17 a 19, o Congresso Nacional de Neurologia. A submissão de abstracts termina no dia 16 de setembro. O evento tem como centro a interdisciplinaridade em Neurologia, contando com a realização de cursos e reuniões, simpósios, sessões e comunicações orais. A [&#8230;]</p>
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<p>O Centro Cultural de Aveiro e o Meliá Ria Hotel acolhem em novembro, entre 17 a 19, o Congresso Nacional de Neurologia. A submissão de <em>abstracts</em> termina no dia 16 de setembro.</p>
<p><span id="more-1547"></span></p>
<p>O evento tem como centro a interdisciplinaridade em Neurologia, contando com a realização de cursos e reuniões, simpósios, sessões e comunicações orais. A 16 de novembro decorrem os cursos e reuniões satélite pré-congresso, nomeadamente: o 11.º simpósio de Enfermagem em Neurologia; Curso de Neurossonologia; Curso “Aspetos fundamentajs da epilepsia do adulto”; curso “Coma”; Curso “Genética em Neurologia”; Reunião da secção de Neurologia do comportamento.</p>
<p>Tópicos como “O papel dos dados de vida real nas decisões terapêuticas”, “Causas raras de acidente vascular cerebral”, e “Saúde Mental e Neurologia” constituem algumas das sessões integrantes do programa, que pode ser acedido <a href="https://myneurologia.pt/wp-content/uploads/2022/09/Programa_Preliminar_28-07_-_sem_palestrantes.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Visite o <a href="https://www.spneurologia.com/evento/congresso-de-neurologia-2022/429" target="_blank" rel="noopener">site oficial</a> para obter mais informações.</p>
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		<title>Utilização de apps em Neurologia: quais as vantagens?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Nov 2018 17:17:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional de Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 15 e 17 de novembro, a cidade do Porto foi palco do Congresso de Neurologia de 2018, que reuniu especialistas e neurologistas num debate intenso sobre a aplicação da inteligência artificial e das novas tecnologias na Neurologia. Em entrevista ao My Neurologia, o Dr. Ricardo Soares dos Reis, interno do serviço de Neurologia do [&#8230;]</p>
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<p>Entre 15 e 17 de novembro, a cidade do Porto foi palco do Congresso de Neurologia de 2018, que reuniu especialistas e neurologistas num debate intenso sobre a aplicação da inteligência artificial e das novas tecnologias na Neurologia. Em entrevista ao My Neurologia, o <strong>Dr. Ricardo Soares dos Reis</strong>, interno do serviço de Neurologia do Hospital São João, destacou os benefícios da utilização das aplicações móveis por parte dos neurologistas, assentes em três pontos: informação, anatomia e extensão do exame neurológico.</p>
<p><span id="more-302"></span></p>
<p>De acordo com o Dr. Ricardo Soares dos Reis , as apps podem ajudar a aumentar o conhecimento dos neurologistas, através dos inúmeros documentos que disponibilizam, desde estudos e biografias, contribuindo, ainda, para uma melhor interpretação das imagens do cérebro, por exemplo, no que diz respeito à Anatomia. Por fim, o especialista destaca o papel das apps como extensão do exame neurológico.</p>
<p>Na opinião do Dr. Ricardo Soares dos Reis, as variadas aplicações vêm também beneficiar os doentes e a sua relação com os profissionais de saúde. Numa altura em que existe uma quantidade de informação “exuberante”, as aplicações poderão, na visão do especialista, aumentar a eficácia dos profissionais de saúde.</p>
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		<title>Crises epilépticas e epilepsias em diferentes ambientes hospitalares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 12:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional de Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Epilepsia]]></category>
		<category><![CDATA[LPCE]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>No dia 18 de novembro de 2017, integrada no Congresso de Neurologia, decorreu a mesa-redonda com o tema &#8220;Crises epilépticas e epilepsias em diferentes ambientes hospitalares&#8221;, organizada pela Liga Portuguesa Contra a Epilepsia (LPCE) e moderada pelo Dr. Nuno Canas, neurologista e neurofisiologista clínico do Hospital Beatriz Ângelo, Loures. A escolha deste tema pretendeu ir ao encontro das necessidades que qualquer neurologista hospitalar enfrenta nas suas atividades de vida diária, nomeadamente na avaliação de doentes com suspeita de e/ou com crises epilépticas no contexto do serviço de urgência, unidade de AVC ou unidade de cuidados intensivos.</p>
<p><span id="more-77"></span></p>
<p>Na primeira comunicação, a Dr.ª Vanessa Silva, neurologista do Hospital Beatriz Ângelo, abordou como as crises epilépticas devem ser abordadas no serviço de urgência, dando especial destaque à problemática da primeira crise. Quando esta ocorre, e não são identificados fatores que a possam ter desencadeado, o início de terapêutica antiepiléptica deve ser ponderado se existirem fatores que aumentem a probabilidade da sua recorrência, nomeadamente a presença de possíveis crises prévias, sinais focais no exame neurológico, lesões com envolvimentos cortical identificadas nos estudos imagiológicos ou alterações epileptiformes no eletroencefalograma&nbsp; (EEG). A escolha de um determinado antiepiléptico nestas situações deve ser determinado por vários fatores, dos quais se salientam a eficácia no tratamento das crises em causa, o seu perfil de segurança e o seu perfil farmacológico, nomeadamente a possibilidade de interações medicamentosas.</p>
<p>Na segunda comunicação, a Dr.ª Carla Bentes, neurologista e neurofisiologista do Hospital de Santa Maria, abordou a temática das crises epilépticas na unidade de AVC. Foi destacada a elevada incidência de crises epiléticas, inclusive estado de mal não convulsivo, na fase aguda de AVC, isquémico ou hemorrágico; e que a sua identificação e controle se revelam elementos determinantes do prognóstico funcional a longo prazo dos doentes afetados por esta patologia. Os resultados dos estudos apresentados, a grande maioria fruto da investigação da preletora, levantam a questão de que modo a monitorização eletroencefalográfica deve ser incluída nos protocolos de avaliação dos doentes internados nas unidades de AVC, na medida em que esta é a única técnica capaz de diagnosticar a presença de crises não convulsivas.</p>
<p>Na terceira e última apresentação, o Dr. Ricardo Rego, neurologista e neurofisiologista do Hospital de São João, no Porto, abordou a temática das crises epilépticas na unidade de cuidados intensivos. Foram destacadas as manifestações subtis que estas podem apresentar, frequentemente atribuídas às comorbilidades que estes doentes apresentam; os variados padrões EEG que frequentemente são encontrados, alguns dos quais de significado ainda incerto e que podem ser atribuídos à etiologia da lesão cerebral ou a estado de mal epiléptico subjacente; os novos critérios clínico-electrográficos de estado de mal não convulsivo; e às particularidade do tratamento destes doentes, nomeadamente quanto à utilização de antiepilépticos endovenosos.</p>
<p>Na globalidade, e independentemente do ambiente em causa, todos os preletores salientaram a importância de uma abordagem diagnóstica e terapêutica sistematizada das crises epiléticas, nomeadamente: a pesquisa ativa de todos os elementos que sugiram a existência de crises epilépticas, tais como a presença de sinais/ sintomas sugestivos, incluindo, nos doentes críticos, a presença de manifestações motoras subtis, tais como abalos nistagmigormes do olhar ou abalos mioclónicos lateralizados; os exames a pedir na suspeita das mesmas, incluindo exames laboratoriais e imagiológicos; e a importância do EEG nestes contextos, sendo este o único método capaz de diagnosticar e classificar as crises epilépticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dr. Nuno Canas</strong></p>
<p>Assistente de Neurologia e Neurofisiologia Clínica, Hospital Beatriz Ângelo, Loures; Hospital CUF Descobertas, Lisboa</p>
<p>Grupo de Cirurgia da Epilepsia do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (CHLO)</p>
<p>Assistente convidado de Farmacologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL)</p>
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		<title>Cladribina comprimidos: simplicidade aliada à eficácia no tratamento da esclerose múltipla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 15:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Cladribina]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional de Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Esclerose múltipla]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Congresso Nacional de Neurologia 2017, a Merck organizou um jantar simpósio, no qual os presentes puderam assistir à palestra do Prof. Doutor Oscar Fernández sobre “MAVENCLAD: Momento de Mudança na Abordagem à Esclerose Múltipla”. Em entrevista ao My Neurologia, o presidente da Sociedade Espanhola de Neurologia destacou as principais características deste fármaco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>No âmbito do Congresso Nacional de Neurologia 2017, a Merck organizou um jantar simpósio, no qual os presentes puderam assistir à palestra do <strong>Prof. Doutor Oscar Fernández</strong> sobre “MAVENCLAD: Momento de Mudança na Abordagem à Esclerose Múltipla”. Em entrevista ao My Neurologia, o presidente da Sociedade Espanhola de Neurologia destacou as principais características deste fármaco inovador que promete trazer mais qualidade de vida aos doentes.</p>
<p><span id="more-53"></span></p>
<p><strong>My Neurologia (MN) | Quais são as necessidades atuais não respondidas em doentes com esclerose múltipla?</strong></p>
<p><strong>Prof. Doutor Oscar Fernández (OF) | </strong>As necessidades não respondidas são muitas, mas a meu ver, o que os doentes precisam é de tratamentos que sejam eficazes a longo prazo e, acima de tudo, seguros e que não tragam mais complicações. Mais ainda, tratamentos que sejam fáceis de tomar e que não obriguem o doente a fazer demasiadas visitas aos hospitais.</p>
<p><strong>MN| Como é que a cladribina comprimidos pode ajudar a resolver algumas dessas necessidades? Que benefícios tem esta nova opção terapêutica? </strong></p>
<p><strong>OF | </strong>Os benefícios são claros: é um fármaco de elevada eficácia e também muito seguro. Além disso, tem uma mais-valia que se sobrepõe a tudo o que se fez até agora, que é o facto de se administrar de uma maneira muito simples: são comprimidos orais que se administram 5 dias no primeiro mês, 5 dias no segundo mês, e nada mais durante um ano. No ano seguinte, são mais 5 dias no primeiro mês, 5 dias no segundo mês e depois nada mais nos 2 anos seguintes.</p>
<p>Assim, é um tratamento muito fácil que o doente pode tomar em sua casa. Não precisa de ir ao hospital, nem precisa que seja o pessoal especializado de Enfermagem a dar a medicação. Este é um fator muito importante.</p>
<p>Outra coisa importante é que para controlar os doentes, estes só necessitam de realizar uma análise ao sangue aos dois e aos seis meses. E nada mais. Portanto, é um tratamento que tem muita eficácia, um elevado perfil de segurança e, para o doente, é muito cómodo porque não tem de estar permanentemente a tomar medicação nem a ser monitorizado. E isto é importante porque vai ao encontro das necessidades não atendidas que referi anteriormente, porque este tratamento permite ao doente esquecer-se de que tem a doença. E isso é o ideal. O doente faz o tratamento uns dias e pode esquecer-se que tem a doença durante quase todo o tempo.</p>
<p><strong>MN| E de acordo com os estudos CLARITY e CLARITY Extension, estes resultados prolongam-se durante, pelo menos quatro anos. </strong></p>
<p><strong>OF | </strong>Sim, e permitem mostrar um novo conceito sobre como tratar a doença. &nbsp;O que se verificou nestes estudos é que muitos doentes do braço do estudo CLARITY que tomou cladribina comprimidos nos primeiros 2 anos não necessitaram de tratamento nos 2 anos seguintes (placebo).</p>
<p><strong>MN| Estes resultados promissores devem-se ao mecanismo de ação inovador de cladribina comprimidos? </strong></p>
<p><strong>OF | </strong>Exatamente. Este é um fármaco muito seletivo para as células imunes T e B responsáveis pelas lesões do tecido nervoso, no contexto da esclerose múltipla. As restantes células do sistema imunitário, necessárias para nos defender, por exemplo, de bactérias, não são depletadas. E isto é uma vantagem, porque atua nas células que são prejudiciais para a mielina na doença, não afetando outras importantes para as defesas naturais do organismo. Isto &nbsp;explica porque é que depois de quatro anos, não há ocorrência de infeções ou tumores, nem de outras complicações típicas de quando se mantem permanentemente o tratamento com outros sfármacos, que atuam por imunossupressão contínua.</p>
<p><strong>MN | Com esta opção terapêutica, podemos dizer que os doentes ficam mais perto de uma vida normal, como se não fossem afetados pela esclerose múltipla?</strong></p>
<p><strong>OF| </strong>Sim, pode dizer-se que sim. Este é um tratamento que não lhes recorda constantemente de que têm essa doença. Em dois anos, tomam medicação 20 dias. Um ou dois comprimidos, dependendo do peso que tenham. E no resto do tempo não. E os controlos analíticos são pouco frequentes. Assim, estes doentes continuarão com a doença, mas não vão estar permanentemente a lembrar-se de que a têm.</p>
<p>Cladribina comprimidos faz com que haja um aumento da qualidade de vida e da adesão à terapêutica. Este último ponto é também muito importante a nível socioeconómico. Cerca de 30% dos doentes acabam por interromper a sua medicação ou não a tomam de forma correta. São milhares e milhares de euros que se “perdem”. E isso não acontece com esta medicação devido à simplicidade da toma e do controlo que se faz ao doente.</p>
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