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	<title>Luis Paiva, Author at My Neurologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da neurologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças do foro neurológico.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 Aug 2025 09:52:42 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Luis Paiva, Author at My Neurologia</title>
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		<title>Marque na agenda: Congresso anual APO &#8211; Otoneuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 09:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO) organiza o seu congresso anual nos dias 3 e 4 de outubro, no Hotel do Mar em Sesimbra, e as inscrições já estão abertas.&#160; O programa conta com diversos temas como: “Vertigem de causa cervicogénica”, “Vertigem de causa neuroftalmológica”, “Processamento auditivo central e acufenos”, “Disfunções perceptiva e cognitiva na [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO) organiza o seu congresso anual nos dias 3 e 4 de outubro, no Hotel do Mar em Sesimbra, e as inscrições já estão abertas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa conta com diversos temas como: “Vertigem de causa cervicogénica”, “Vertigem de causa neuroftalmológica”, “Processamento auditivo central e acufenos”, “Disfunções perceptiva e cognitiva na doença vestibular”, entre outros.&nbsp;<br>Para se inscrever basta clicar <a href="https://diventos.eventkey.pt/geral/inseririnscricao.aspx?evento=1593&amp;formulario=2043">aqui</a>.</p>
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		<title>Save the date: Jornadas de Medicina Nuclear do Hospital Garcia de Orta decorrem em novembro</title>
		<link>https://myneurologia.pt/eventos/save-the-date-jornadas-de-medicina-nuclear-do-hospital-garcia-de-orta-decorrem-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 15:55:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Desvendando o cérebro: Avanços e perspetivas em Neurologia Nuclear&#8221; é o lema das 12.as Jornadas de Medicina Nuclear do Hospital Garcia de Orta. O evento&#160; realiza-se dia 28 de novembro, no Hotel TRYP Lisboa Caparica Mar. Tem em foco temas como as demências, a patologia do movimento e as encefalites. Os principais objetivos do evento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Desvendando o cérebro: Avanços e perspetivas em Neurologia Nuclear&#8221; é o lema das 12.as Jornadas de Medicina Nuclear do Hospital Garcia de Orta. O evento&nbsp; realiza-se dia 28 de novembro, no Hotel TRYP Lisboa Caparica Mar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem em foco temas como as demências, a patologia do movimento e as encefalites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais objetivos do evento passam pela atualização científica e a discussão multidisciplinar e destinam-se a todos os profissionais de saúde.<br>Para se inscrever clique <a href="https://www.eventbase.pt/EventBase/Inscricoes/PaginaInscricaoIndividual.aspx?Params=RXZlbnRvSUQ9MTI4NA==">aqui</a>.</p>
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		<title>Em novembro, marque presença no Congresso Nacional de Neurologia</title>
		<link>https://myneurologia.pt/eventos/em-novembro-marque-presenca-no-congresso-nacional-de-neurologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 15:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Neurologia e Género&#8221; foi o lema escolhido para mais uma edição do Congresso Nacional de Neurologia, que se realiza ao longo dos dias 6, 7 e 8 de novembro, no Convento São Francisco, em Coimbra. A inscrição é feita online.&#160; O evento conta com um programa com diversos temas e cursos: “Doenças&#160; Desmielinizantes”, “Doenças Raras [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Neurologia e Género&#8221; foi o lema escolhido para mais uma edição do Congresso Nacional de Neurologia, que se realiza ao longo dos dias 6, 7 e 8 de novembro, no Convento São Francisco, em Coimbra. A inscrição é feita <em>online</em>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento conta com um programa com diversos temas e cursos: “Doenças&nbsp; Desmielinizantes”, “Doenças Raras na Criança e no Adulto”, “Curso de Neurossonologia”, “Curso de Neuro-Oncologia”, “Curso Neuroenologia”, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrega de resumos tem como data limite 4 de setembro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último dia do congresso existe ainda a atribuição de bolsas e prémios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para se inscrever clique <a href="https://eventos.norahsevents.pt/geral/inseririnscricao.aspx?evento=200&amp;formulario=1401">aqui</a>.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Evolução e oportunidades no tratamento da esclerose múltipla</title>
		<link>https://myneurologia.pt/entrevistas/evolucao-e-oportunidades-no-tratamento-da-esclerose-multipla/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 10:38:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O neurologista João Cerqueira, da ULS de Braga, foi um dos palestrantes convidados do “TIME FOR ACT10N – Juntos a redefinir a EM”, o evento da Roche dedicado à esclerose múltipla. Em entrevista à News Farma, o especialista comenta as inovações terapêuticas no tratamento da esclerose múltipla e as unmet needs ainda presentes na gestão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O neurologista <strong>João Cerqueira</strong>, da ULS de Braga, foi um dos palestrantes convidados do “TIME FOR ACT10N – Juntos a redefinir a EM”, o evento da Roche dedicado à esclerose múltipla. Em entrevista à News Farma, o especialista comenta as inovações terapêuticas no tratamento da esclerose múltipla e as <em>unmet needs</em> ainda presentes na gestão e abordagem da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há duas décadas que tem havido uma evolução no tratamento da esclerose múltipla (EM), sendo de destacar a entrada no mercado dos fármacos anti-CD20, a começar com o ocrelizumab, como um momento de revolução na abordagem dos doentes com EM<sup>1,2</sup>. Os doentes com EM têm hoje acesso a opções terapêuticas muito eficazes, nomeadamente os que apresentam a doença por surtos. No entanto, para João Cerqueira ainda persistem necessidades não satisfeitas, “que precisam de uma maior evolução e desejavelmente, uma revolução”. O primeiro ponto apontado pelo neurologista é a necessidade de “tratar adequadamente a componente progressiva da doença”<sup>3</sup>, esclarecendo que a intervenção não se deve só resumir a “formas primariamente progressivas, mas também de EM por surtos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, e como segundo ponto, o neurologista de Braga antevê o surgimento de novas terapêuticas nos próximos anos, nomeadamente da utilização de inibidores da tirosina cinase de Bruton, com atividade demonstrada, mas ainda insuficiente, nesta componente da doença<sup>4</sup>. “É importante prosseguir com investigação de fármacos na EM por surtos” que, mantendo a eficácia, possam ser utilizados “como uma verdadeira terapia de indução, controlando a doença de modo definitivo”, sobretudo em populações mais vulneráveis, com múltiplas comorbilidades ou em crianças.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O terceiro ponto referido como uma <em>unmet need</em>, é a existência de fármacos que possam evitar a doença em doentes em risco ou nas fases pré-clínicas”. Por fim, “há uma enorme necessidade de soluções que permitam induzir a remielinização e reparação dos danos já induzidos pela doença”, que permitam “restaurar a esperança aos doentes a quem a doença deixou graves e incapacitantes sequelas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em conclusão, e referindo-se a alguns <em>hot topics</em> na área da EM – em adição aos inibidores da tirosina cinase de Bruton já referidos – existe um entusiasmo em torno do “papel do EBV na doença e das estratégias que permitam o seu controlo como abordagem preventiva e terapêutica”<sup>5</sup>. As iniciativas em torno da utilização de estratégias eficientes de indução foram também assinaladas pelo neurologista, nomeadamente associadas a transplantes de células estaminais e à utilização de células CAR-T no tratamento da doença<sup>6</sup>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento decorreu a 22 de fevereiro, na Estufa de Monsanto, em Lisboa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">1. De Sèze J, et al. Anti-CD20 therapies in multiple sclerosis: From pathology to the clinic. Front Immunol. 14:1004795 2023<br>2. Hauser SL et al. The Patient Impact of 11 Years of Ocrelizumab Treatment in Multiple Sclerosis: Long-Term Data from the Phase III OPERA and ORATORIO Studies. Presented at ECTRIMS 2024 (P1664)<br>3. He A, et al. Timing of high-efficacy therapy for multiple sclerosis: a retrospective observational cohort study. Lancet Neurol 19: 307–16 2020<br>4. Krämer J, et al. Bruton tyrosine kinase inhibitors for multiple sclerosis. Nature Reviews Neurology volume 19, pages289–304 2023<br>5. Bjornevik K, et al. Epstein–Barr virus as a leading cause of multiple sclerosis: mechanisms and implications. Nature Reviews Neurology volume 19, pages160–171 2023<br>6. Rankin AW, et al. CD19 CAR T cells for multiple sclerosis: Forging further into the new frontier. Med. 5(6):482-484. 2024.</p>
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		<title>&#8220;Cefaleias em Foco&#8221;: Sociedade Portuguesa de Cefaleias lança novo podcast para promover a discussão de publicações recentes</title>
		<link>https://myneurologia.pt/atualidade/cefaleias-em-foco-sociedade-portuguesa-de-cefaleias-lanca-novo-podcast-para-promover-a-discussao-de-publicacoes-recentes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 10:34:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[enxaqueca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo podcast científico da Sociedade Portuguesa de Cefaleias (SPC) visa promover a discussão de publicações recentes e relevantes na área das cefaleias, com especial enfoque na enxaqueca. O “Cefaleias em Foco”, com moderação de Filipe Palavra, já tem todos os quatro episódios disponíveis online.  Cada episódio apresenta uma conversa informal entre dois especialistas convidados, que exploram durante cerca [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O novo <em>podcast</em> científico da Sociedade Portuguesa de Cefaleias (SPC) visa promover a discussão de publicações recentes e relevantes na área das cefaleias, com especial enfoque na enxaqueca. O “Cefaleias em Foco”, com moderação de Filipe Palavra, já tem todos os quatro episódios disponíveis <em>online</em>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada episódio apresenta uma conversa informal entre dois especialistas convidados, que exploram durante cerca de 30 minutos as principais conclusões de um artigo científico selecionado e a sua aplicação na prática clínica. O <em>podcast </em>torna-se, assim, uma ferramenta de atualização científica contínua, direcionada aos profissionais de saúde, e visa contribuir para o aprofundamento do conhecimento e melhoria do acompanhamento dos doentes com cefaleias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os temas vão desde influência hormonal na enxaqueca, da epigenética, passando pela cefaleia por uso excessivo de medicação e terminando no tratamento preventivo da enxaqueca com atualização de recomendações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este projeto reforça o compromisso da Pfizer e da SPC com a inovação, a formação contínua e o apoio à comunidade médica, contribuindo para uma melhor compreensão e gestão das cefaleias em Portugal.</p>
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		<item>
		<title>Mais de 350 doentes tratados no primeiro ano da Unidade de AVC do Hospital de Portimão</title>
		<link>https://myneurologia.pt/atualidade/mais-de-350-doentes-tratados-no-primeiro-ano-da-unidade-de-avc-do-hospital-de-portimao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 10:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade de AVC (UAVC) da Unidade Hospitalar de Portimão da Unidade Local de Saúde do Algarve, comemora neste mês de julho, o seu primeiro ano de atividade ao serviço da população do Barlavento Algarvio. Esta unidade dá uma resposta estruturada e especializada à pessoa com acidente vascular cerebral (AVC), uma das principais causas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Unidade de AVC (UAVC) da Unidade Hospitalar de Portimão da Unidade Local de Saúde do Algarve, comemora neste mês de julho, o seu primeiro ano de atividade ao serviço da população do Barlavento Algarvio. Esta unidade dá uma resposta estruturada e especializada à pessoa com acidente vascular cerebral (AVC), uma das principais causas de morte e incapacidade em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a sua criação, a UAVC de Portimão tem sido fundamental na abordagem ao AVC. Garante cuidados contínuos ao longo de todas as fases do processo e já conta com mais de 350 doentes tratados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desde a sua inauguração, a unidade tem assumido um papel determinante na resposta ao AVC agudo na região do Algarve, promovendo a integração dos cuidados desde a fase aguda até à reabilitação precoce e à articulação com outras unidades orgânicas com a missão de prestar os melhores cuidados à população”, afirma Isabel Taveira, coordenadora da UAVC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este trabalho tem vindo a ser reconhecido através da atribuição dos prestigiados ESO Angels Awards, com a UAVC de Portimão a alcançar, desde o seu primeiro trimestre de atividade, a distinção máxima de diamante em todos os trimestres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro ano de atividade é marcado pelo reconhecimento de várias entidades. Entre elas, destaca-se a Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral (SPAVC), que felicita a unidade pelo seu aniversário e pelo trabalho notável na resposta ao AVC na região. Vítor Tedim Cruz, presidente da direção da SPAVC, sublinha a importância deste serviço para o sul do país e destaca o impacto que tem tido na prestação de cuidados diferenciados e estruturados. “É com grande satisfação que reconhecemos o trabalho desenvolvido por toda a equipa da UAVC de Portimão que, em apenas um ano de atividade, conseguiu tornar-se uma referência regional no tratamento do AVC agudo, numa área do país onde há muito se sentia a carência de uma resposta diferenciada”, afirma o neurologista.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o presidente da direção SPAVC manifesta a sua satisfação pela existência de parceiros institucionais empenhados na missão comum de melhorar a resposta ao AVC em Portugal e reafirma a total disponibilidade da SPAVC para continuar a colaborar com a UAVC de Portimão em iniciativas que promovam a prevenção, a formação e a melhoria contínua dos cuidados prestados à população.</p>
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		<title>Doseamento dos neurofilamentos em esclerose múltipla pode permitir “otimizar a terapêutica do doente e evitar lesão irreversível”[2]</title>
		<link>https://myneurologia.pt/entrevistas/doseamento-dos-neurofilamentos-em-esclerose-multipla-pode-permitir-otimizar-a-terapeutica-do-doente-e-evitar-lesao-irreversivel2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 12:12:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta é a visão de Ernestina Santos, neurologista da ULS de Santo António e oradora do “TIME FOR ACT10N – Juntos a redefinir a EM”, o evento da Roche focado na esclerose múltipla, que aconteceu no dia 22 de fevereiro, na Estufa de Monsanto. Na sua palestra, a médica apresentou o potencial dos biomarcadores serológicos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Esta é a visão de <strong>Ernestina Santos</strong>, neurologista da ULS de Santo António e oradora do “TIME FOR ACT10N – Juntos a redefinir a EM”, o evento da Roche focado na esclerose múltipla, que aconteceu no dia 22 de fevereiro, na Estufa de Monsanto. Na sua palestra, a médica apresentou o potencial dos biomarcadores serológicos na prática clínica da esclerose múltipla. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ERNESTINA SANTOS" src="https://player.vimeo.com/video/1095572586?h=41e06fe915&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ernestina Santos considera que, no tratamento da esclerose múltipla, “os biomarcadores têm muita importância”, destacando, além dos biomarcadores imagiológicos, os biomarcadores séricos, que descreve como “mais revolucionários”. Segundo a especialista, os biomarcadores séricos “poderão facilitar-nos muitas decisões terapêuticas e permitir-nos perceber, desde o início, quais são os doentes que têm perfil para começar com fármacos de alta eficácia”. Embora reconheça que “as nossas decisões não se baseiam só nos neurofilamentos”, a médica realça que estes biomarcadores “ajudam na decisão, em conjunto com outros fatores (dados clínicos, da ressonância magnética e da avaliação neuropsicológica)” <sup>1-3</sup>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“</em>Aqueles doentes que têm níveis de neurofilamentos elevados na <em>baseline </em>são doentes de risco, em que temos de ser mais agressivos na decisão terapêutica”, clarifica Ernestina Santos. Além disso, os neurofilamentos podem desempenhar um papel na monitorização dos doentes com esclerose múltipla, ao permitirem avaliar “como é que estes evoluem antes e após o início das terapêuticas, como é que evoluem nos intervalos de realização de ressonância, para não deixarmos escapar uma atividade clínica que não é visível” <sup>1-3</sup>, frisa a neurologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relativamente aos biomarcadores imagiológicos, Ernestina Santos explica que estes são “muito importantes para fazermos um diagnóstico de esclerose múltipla mais seguro”, isto é, “ajudam-nos na especificidade”. “Por outro lado, também nos ajudam a perceber aquela atividade clínica que é mais progressiva: a atrofia, as <em>slowly evolving lesions</em>”, acrescenta. “Nós estávamos habituados a medir mais uma atividade clínica inflamatória, com novas lesões, com lesões a captar contraste, e estes novos marcadores [imagiológicos] ajudam-nos a quantificar a atividade progressiva da doença” <sup>2-4</sup>, refere.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, “habitualmente, a ressonância magnética só é feita anualmente”, relata a neurologista. Neste contexto, “os neurofilamentos podem ter um papel muito complementar, porque no período entre as duas ressonâncias, podemos doseá-los duas ou três vezes e perceber se há alguma elevação que sugira atividade subclínica, a qual, ainda que isolada, se for significativa, pode-nos levar a otimizar a terapêutica do doente e a evitar lesão irreversível” <sup>2,3</sup>, conclui.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Monreal E, et al. Value contribution of blood-based neurofilament light chain as a biomarker in multiple sclerosis using multi-criteria decision analysis. Front Public Health. 2024 Apr 22:12:1397845. doi: 10.3389/fpubh.2024.1397845. eCollection 2024.</li>



<li>Gill AJ, et al. Emerging imaging and liquid biomarkers in multiple sclerosis. Review Eur J Immunol. 2023 Aug;53(8):e2250228. doi: 10.1002/eji.202250228. </li>



<li>Maggi P, et al. Chronic White Matter Inflammation and Serum Neurofilament Levels in Multiple Sclerosis. Neurology® 2021;97:e543-e553. doi:10.1212/WNL.0000000000012326</li>



<li>Preziosa P, et al. Slowly Expanding Lesions Predict 9-Year Multiple Sclerosis Disease Progression. Neurol Neuroimmunol Neuroinflamm 2022;9:e1139. doi:10.1212/NXI.0000000000001139</li>
</ol>
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		<title>Onze anos de anti-CD20 no tratamento da EM: &#8220;Estamos bastante tranquilos quer do ponto de vista de eficácia, quer de segurança&#8221;[1-4]</title>
		<link>https://myneurologia.pt/entrevistas/onze-anos-de-anti-cd20-no-tratamento-da-em-estamos-bastante-tranquilos-quer-do-ponto-de-vista-de-eficacia-quer-de-seguranca1-4/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 12:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No “TIME FOR ACT10N – Juntos a redefinir a EM”, Carlos Capela, da ULS de São José, apresentou os dados de eficácia e segurança a longo prazo de um anti-CD20 no tratamento da esclerose múltipla. O evento da Roche aconteceu no dia 22 de fevereiro, na Estufa de Monsanto. Veja a entrevista que o neurologista [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No “TIME FOR ACT10N – Juntos a redefinir a EM”, <strong>Carlos Capela</strong>, da ULS de São José, apresentou os dados de eficácia e segurança a longo prazo de um anti-CD20 no tratamento da esclerose múltipla. O evento da Roche aconteceu no dia 22 de fevereiro, na Estufa de Monsanto. Veja a entrevista que o neurologista deu à News Farma, a propósito do simpósio.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CARLOS CAPELA" src="https://player.vimeo.com/video/1095657774?h=8f6df9964d&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, Carlos Capela discutiu os dados de eficácia e segurança após 11 anos de experiência com ocrelizumab, um anticorpo monoclonal anti-CD20 indicado para o tratamento de doentes adultos com esclerose múltipla com surtos com doença ativa, definida clínica ou imagiologicamente, e para o tratamento de doentes adultos com esclerose múltipla progressiva primária inicial, em termos de duração da doença e nível de incapacidade, e com características imagiológicas de atividade inflamatória.<sup>1</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista, os dados apresentados são “um reforço do que já conhecemos”. O médico salienta que ocrelizumab “é um fármaco de elevada eficácia e rápido a atuar” <sup>2-4</sup>, cuja eficácia foi também demonstrada relativamente ao “componente mais degenerativo, o PIRA [progressão independente de surtos]” 2, para o qual, na prática clínica, “não temos grande opções”. “Do ponto de vista de segurança, [ocrelizumab] tranquiliza-nos”, acrescenta. Portanto, “estamos bastante tranquilos quer do ponto de vista de eficácia, quer de segurança”, garante o neurologista.<sup>2-5</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Capela assume-se como “um defensor da concentração da qualidade dos cuidados, independentemente de ser no setor público ou privado”. Na sua opinião, “isso só se consegue se tivermos equipas verdadeiramente multidisciplinares, em que cada profissional está focado nas suas especificidades, contribuindo em sinergia para que todo o percurso existencial do doente seja melhorado”. O “caminho” pode passar pelos Centros de Referência ou pelos Centros de Respostas Integradas, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num resumo das principais mensagens do evento, o neurologista afirma: “Temos várias <em>unmet needs </em>na nossa prática clínica, nomeadamente, no componente mais degenerativo, mais de inflamação crónica. No <em>pipeline </em>da Roche, existe uma evolução para esta inflamação mais compartimentalizada dentro do sistema nervoso central, com inibidores da BTK, <em>brain shuttle </em>e <em>CAR T cells</em>”<sup>6,7</sup>. Para concluir, Carlos Capela refere “os biomarcadores, quer imagiológicos, quer séricos”, apontando-os como “um próximo passo na melhoria do controlo, da monitorização, do prognóstico e da resposta ao tratamento”8 na esclerose múltipla.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li class="has-small-font-size">RCM de Ocrevus</li>



<li class="has-small-font-size">Kappos L, et al. Contribution of Relapse-Independent Progression vs Relapse-Associated Worsening to Overall Confirmed Disability Accumulation in Typical Relapsing Multiple Sclerosis in a Pooled Analysis of 2 Randomized Clinical Trials. Clinical Trial JAMA Neurol. 2020 Sep 1;77(9):1132-1140. doi: 10.1001/jamaneurol.2020.1568.</li>



<li class="has-small-font-size">Hauser SL, et al. The Patient Impact of 11 Years of Ocrelizumab Treatment in Multiple Sclerosis: Long-Term Data from the Phase III OPERA and ORATORIO Studies. Poster presented at ECTRIMS 2024 (P1664).</li>



<li class="has-small-font-size">He A, et al. Timing of high-efficacy therapy for multiple sclerosis: a retrospective observational cohort study. Lancet Neurol. 2020 Apr;19(4):307-316. doi: 10.1016/S1474-4422(20)30067-3. </li>



<li class="has-small-font-size">Hauser SL, et ak. Safety of Ocrelizumab in Multiple Sclerosis: Up to 11 Years of Updated Analysis in Patients with Relapsing and Progressive Multiple Sclerosis. Poster presented at ECTRIMS 2024 (P300).</li>



<li class="has-small-font-size"><a href="https://www.roche.com/solutions/pipeline">https://www.roche.com/solutions/pipeline</a>, accessed on Feb 2025</li>



<li class="has-small-font-size"><a href="https://www.roche.com/media/releases/med-cor-2024-11-26b">https://www.roche.com/media/releases/med-cor-2024-11-26b</a></li>



<li class="has-small-font-size">Gill AJ, et al. Emerging imaging and liquid biomarkers in multiple sclerosis. Review Eur J Immunol. 2023 Aug;53(8):e2250228. doi: 10.1002/eji.202250228.</li>
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		<title>Experiência portuguesa com anti-CD20 no tratamento da esclerose múltipla “em linha” com dados de estudos clínicos e de vida real[1-4]</title>
		<link>https://myneurologia.pt/entrevistas/experiencia-portuguesa-com-anti-cd20-no-tratamento-da-esclerose-multipla-em-linha-com-dados-de-estudos-clinicos-e-de-vida-real1-4/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 12:12:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta é a conclusão apresentada por Lia Leitão, da ULS de Amadora-Sintra, no “TIME FOR ACT10N – Juntos a redefinir a EM”, o evento da Roche que decorreu a 22 de fevereiro, na Estufa de Monsanto. Em conversa com a News Farma, a neurologista partilha a sua experiência de utilização de um anti-CD20 na prática [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Esta é a conclusão apresentada por <strong>Lia Leitão</strong>, da ULS de Amadora-Sintra, no “TIME FOR ACT10N – Juntos a redefinir a EM”, o evento da Roche que decorreu a 22 de fevereiro, na Estufa de Monsanto. Em conversa com a News Farma, a neurologista partilha a sua experiência de utilização de um anti-CD20 na prática clínica da esclerose múltipla. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="LIA LEITÃO" src="https://player.vimeo.com/video/1095658155?h=e1a7fd1c63&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Lia Leitão considera que, na prática clínica, um doente a fazer ocrelizumab “é muito fácil de monitorizar”, mencionando que “o doente aceita facilmente as vindas ao hospital duas vezes por ano” e que “as análises de rotina são, habitualmente, cumpridas”. Em termos de gestão de efeitos secundários, “o risco infeccioso está em linha com o que foi publicado nos artigos e, portanto, é um fármaco com um perfil de segurança favorável e fácil de usar” <sup>1-2</sup>, salienta a médica, sem esquecer a eficácia de ocrelizumab: “aquilo que nós experienciamos é o que está publicado”. <sup>1-4</sup> “Tem sido uma boa experiência”, resume.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista relata ainda que, na ULS de Amadora-Sintra, a utilização de ocrelizumab se iniciou em 2018, através de Programas de Acesso Precoce, e que, “face ao global”, a unidade apresenta “uma proporção maior de utilização deste fármaco nas formas progressivas, superior a 80%”. No entanto, “tudo o resto está em linha com o que tem sido apresentado para ocrelizumab, quer dos ensaios, quer da experiência do mundo real”, assegura.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ocrelizumab é um anticorpo monoclonal anti-CD20 indicado para o tratamento de doentes adultos com esclerose múltipla com surtos com doença ativa, definida clínica ou imagiologicamente, e para o tratamento de doentes adultos com esclerose múltipla progressiva primária inicial, em termos de duração da doença e nível de incapacidade, e com características imagiológicas de atividade inflamatória<sup>1</sup>.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li class="has-small-font-size">RCM OCREVUS</li>



<li class="has-small-font-size">Hauser SL, et ak. Safety of Ocrelizumab in Multiple Sclerosis: Up to 11 Years of Updated Analysis in Patients with Relapsing and Progressive Multiple Sclerosis. Poster presented at ECTRIMS 2024 (P300).</li>



<li class="has-small-font-size">Hauser SL, et al. The Patient Impact of 11 Years of Ocrelizumab Treatment in Multiple Sclerosis: Long-Term Data from the Phase III OPERA and ORATORIO Studies. Poster presented at ECTRIMS 2024 (P1664).</li>



<li class="has-small-font-size">Montalban X, et al. Real‐world evaluation of ocrelizumab in multiple sclerosis: A systematic review. Ann Clin Transl Neurol. 2;10(3):302–311 2023.</li>
</ol>
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		<title>Formulação subcutânea de anti-CD20 no tratamento da esclerose múltipla: &#8220;uma possibilidade mais conveniente e rápida, com a mesma eficácia e segurança&#8221;[1-3]</title>
		<link>https://myneurologia.pt/entrevistas/formulacao-subcutanea-de-anti-cd20-no-tratamento-da-esclerose-multipla-uma-possibilidade-mais-conveniente-e-rapida-com-a-mesma-eficacia-e-seguranca1-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 12:11:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ingo Kleiter, neurologista do Marianne-Strauss-Klinik, Berg e St. Josef-Hospital, em Bochum, Alemanha, foi um dos palestrantes do “TIME FOR ACT10N – Juntos a redefinir a EM”, o encontro promovido pela Roche, a 22 de fevereiro, na Estufa de Monsanto. Em entrevista à News Farma, o especialista descreve a sua experiência com um anti-CD20 subcutâneo no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ingo Kleiter</strong>, neurologista do Marianne-Strauss-Klinik, Berg e St. Josef-Hospital, em Bochum, Alemanha, foi um dos palestrantes do “TIME FOR ACT10N – Juntos a redefinir a EM”, o encontro promovido pela Roche, a 22 de fevereiro, na Estufa de Monsanto. Em entrevista à News Farma, o especialista descreve a sua experiência com um anti-CD20 subcutâneo no tratamento da esclerose múltipla e enumera as vantagens desta via de administração. Assista ao vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="INGO KLEITER" src="https://player.vimeo.com/video/1095572897?h=b5040abc29&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos a utilizar ocrelizumab subcutâneo há mais de meio ano; já tratámos 150 doentes e a experiência tem sido muito boa”, partilha Ingo Kleiter. “Cerca de 90% dos doentes sob tratamento com ocrelizumab intravenoso quiseram mudar para a formulação subcutânea e a maioria quis continuar com o tratamento subcutâneo, por ser mais conveniente e por poupar tempo”, revela. O especialista considera que “ocrelizumab subcutâneo é uma importante melhoria” para os doentes com esclerose múltipla e justifica: “Agora, podemos iniciar um tratamento que pode ser continuado em vários locais a nível hospitalar muito convenientemente, sem necessidade de centros de infusão ou de cateteres endovenosos” <sup>1-4</sup>. O médico espera, assim, que ocrelizumab subcutâneo “possa ser usado de forma mais abrangente do que a formulação intravenosa”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as vantagens da formulação subcutânea, Ingo Kleiter realça ainda a “maior rapidez de administração” e a “poupança de tempo, não só para os doentes, mas também para os médicos e enfermeiros”. Em suma, trata-se de “uma possibilidade mais conveniente e rápida, com a mesma eficácia e sem efeitos secundários adicionais”*<sup> 1-4</sup>, afirma o neurologista, manifestando a sua preferência por ocrelizumab subcutâneo relativamente ao fármaco de administração intravenosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ocrelizumab é um anticorpo monoclonal anti-CD20 indicado para o tratamento de doentes adultos com esclerose múltipla com surtos com doença ativa, definida clínica ou imagiologicamente, e para o tratamento de doentes adultos com esclerose múltipla progressiva primária inicial, em termos de duração da doença e nível de incapacidade, e com características imagiológicas de atividade inflamatória<sup>1</sup>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Excetuando as reação à injeção subcutânea.&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li class="has-small-font-size">RCM OCREVUS</li>



<li class="has-small-font-size">Newsome SD, et al. Subcutaneous Ocrelizumab in Patients With Multiple Sclerosis: Results of the Phase III OCARINA II Study. Presented at AAN 2024 (S31.001).</li>



<li class="has-small-font-size">Newsome SD, et al. Ocrelizumab Subcutaneous Injection in Patients With Multiple Sclerosis: Further Characterisation of the Benefit–Risk Profile From the OCARINA Clinical Development Programme. Poster presented at ECTRIMS 2024 (P797).</li>



<li class="has-small-font-size">Krzystanek E, et al. Comparison of intravenous and subcutaneous administration of ocrelizumab. Time and motion study. Aktualn Neurol 2024; 24 (3).</li>
</ol>
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