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	<title>diabetes Archives - My Neurologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da neurologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças do foro neurológico.</description>
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	<title>diabetes Archives - My Neurologia</title>
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		<title>Ligação &#8220;mais lenta&#8221; entre neurónios e microvasos sanguíneos em hipertensos, indica estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 08:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) descobriram que doentes com hipertensão e diabetes têm, mesmo antes de terem lesões cerebrais ou acidentes vasculares cerebrais (AVC), a articulação entre neurónios e microvasos sanguíneos “mais lenta”. “Antes de terem lesões cerebrais, demência vascular e AVC os doentes hipertensos e com diabetes já começam [&#8230;]</p>
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<p>Investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) descobriram que doentes com hipertensão e diabetes têm, mesmo antes de terem lesões cerebrais ou acidentes vasculares cerebrais (AVC), a articulação entre neurónios e microvasos sanguíneos “mais lenta”.</p>
<p><span id="more-1400"></span></p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">“Antes de terem lesões cerebrais, demência vascular e AVC os doentes hipertensos e com diabetes já começam a ter a ligação entre neurónios e microvasos sanguíneos mais preguiçosa, mais lenta e menos intensa”, referiu uma das coordenadoras do estudo que a equipa da FMUP levou a cabo em articulação com investigadores da <em>Northwestern University Feinberg School of Medicine</em> de Chicago, nos EUA, Prof.ª Doutora Elsa Azevedo.</p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">Esse défice ou disfunção significativa na articulação é detetável ainda sem existência de quaisquer sintomas de doença cerebrovascular, explicou a professora da FMUP.</p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">A especialista referiu ainda que a conexão entre a atividade neuronal e a resposta vascular é essencial para garantir o normal funcionamento do cérebro.</p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">“Normalmente é necessário aumentar o aporte de sangue às zonas cerebrais que se encontram mais ativas em determinado momento e isso é conseguido pelo mecanismo fisiológico do acoplamento neurovascular, isto é, de articulação entre os neurónios e os vasos sanguíneos que os suprem. Este mecanismo precisa de estar bem afinado para um bom funcionamento cerebral”, esclareceu.</p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">Apesar de falar numa descoberta “promissora”, a investigadora assumiu que serão necessários mais estudos antes da sua utilização por rotina na prática clínica.</p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">O objetivo é ir “mais atrás” e entender o que está na origem dessa lesão cerebral para se poder corrigir e prevenir o AVC “tanto quanto possível”, ressalvou.</p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">No estudo participaram doentes com hipertensão que nunca tiveram AVC, tendo os mesmos sido sujeitos a exames não invasivos de imagem, nomeadamente Doppler transcraniano para análise dos principais mecanismos reguladores da vasorreatividade cerebral e a ressonância magnética para avaliação do volume de lesões de substância branca no cérebro.</p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">O Doppler é um teste não invasivo que permite estimar o fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos mediante o recurso a ultrassons que incidem sobre as células do sangue.</p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">Durante a estimulação visual, os investigadores verificaram que “os doentes hipertensos apresentam menor aceleração na velocidade do fluxo sanguíneo na artéria que irriga o córtex visual, apresentando uma resposta mais lenta face ao aumento das necessidades originadas pelo estímulo, bem como uma menor flexibilidade na resposta, quando comparados com pessoas saudáveis, sem hipertensão arterial”, afirmou a investigadora.</p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">Já em doentes com hipertensão e diabetes, “os resultados obtidos foram ainda piores, o que aponta para défices precoces do acoplamento neurovascular, anteriores ao aparecimento de sintomas de doença cerebrovascular”, acrescentou.</p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">Assim, o estudo mostra que doenças como a hipertensão e a diabetes podem afetar negativamente o cérebro antes mesmo do aparecimento de doenças cerebrovasculares, como AVC ou alterações cognitivas.</p>
<p class="text-paragraph" data-uw-styling-context="true">O <a href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnagi.2021.728007/full" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> foi já publicado no jornal da especialidade <em>Frontiers in Aging Neuroscience</em>.</p>
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		<title>Diabetes aumenta risco de danos no cérebro por COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 11:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A investigação que irá ser apresentada no encontro anual da Radiological Society of North America entre os dias 29 de novembro e 5 de dezembro, revela que certas patologias, tais como a hipertensão e a diabetes, podem elevar a probabilidade de incidência de danos cerebrais, consequentes da COVID-19. Apesar de inicialmente o novo coronavírus atacar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>A investigação que irá ser apresentada no encontro anual da <em>Radiological Society of North America</em> entre os dias 29 de novembro e 5 de dezembro, revela que certas patologias, tais como a hipertensão e a diabetes, podem elevar a probabilidade de incidência de danos cerebrais, consequentes da COVID-19.</p>
<p><span id="more-872"></span></p>
<p>Apesar de inicialmente o novo coronavírus atacar as células pulmonares, posteriormente os seus efeitos nocivos podem propagar-se para outros órgãos. &#8220;Embora as complicações no cérebro sejam raras, são uma consequência cada vez mais relatada e potencialmente devastadora da infeção por COVID-19&#8221;, afirma o&nbsp;principal autor do estudo e residente-chefe do Departamento de Radiologia da Escola de Medicina da Pensilvânia, Prof. Doutor Colbey W. Freeman.</p>
<p>Freeman e uma equipa de cientistas analisaram doentes infetados pelo SARS-CoV-2 que realizaram exames neurológicos entre janeiro até abril de 2020. Dos 1.357 indivíduos avaliados, 81 apresentavam um estado mental alterado e défices neurológicos focais, incluindo problemas de visão e em falar. Desses 18 registaram problemas críticos, como derrames, hemorragias e vasos sanguíneos bloqueados.</p>
<p>Segundo os investigadores, pelo menos metade dos doentes tinha um historial de hipertensão e/ou diabetes tipo 2. Dos indivíduos analisados, três morreram enquanto estavam internados. &#8220;A COVID-19 está associada a manifestações neurológicas. Hipertensão e diabetes tipo 2 são comuns em indivíduos que desenvolvem essas manifestações&#8221;, explica o professor. &#8220;Essas populações podem estar em maior risco de complicações neurológicas e devem ser monitorizadas de perto&#8221;, acrescenta.</p>
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