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	<title>crioestaminal Archives - My Neurologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da neurologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças do foro neurológico.</description>
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	<title>crioestaminal Archives - My Neurologia</title>
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		<title>Células estaminais do tecido adiposo promissoras no tratamento da doença de Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2019 15:51:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[células estaminais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os resultados de um ensaio clínico recente, realizado nos Estados Unidos da América (EUA), indicam que a administração de células do tecido adiposo em doentes com Alzheimer é capaz de atrasar o declínio nas capacidades cognitivas, característico desta doença. No estudo participaram 10 doentes, com uma média de 76 anos e a viver há cerca [&#8230;]</p>
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<p>Os resultados de um ensaio clínico recente, realizado nos Estados Unidos da América (EUA), indicam que a administração de células do tecido adiposo em doentes com Alzheimer é capaz de atrasar o declínio nas capacidades cognitivas, característico desta doença.</p>
<p><span id="more-546"></span></p>
<p>No estudo participaram 10 doentes, com uma média de 76 anos e a viver há cerca de seis anos com a doença, aos quais foram administradas entre uma a oito doses de células estaminais do tecido adiposo autólogo (do próprio), obtidas através de lipoaspiração. Em vez da progressiva deterioração cognitiva que tipicamente se observa na doença de Alzheimer, os investigadores observaram, em oito doentes, uma estabilização ou mesmo melhoria nas capacidades cognitivas. Em três dos doentes notou-se, ainda, uma melhoria da performance nos testes de memória e nos níveis de proteína tau (uma das proteínas com papel fundamental na doença de Alzheimer). Para além disso, em dois doentes observou-se o aumento do volume do hipocampo – zona do cérebro relacionada com a memória – o que indica que houve crescimento da massa cerebral nesta região. Apenas dois doentes apresentaram complicações, que foram rapidamente resolvidas.</p>
<p>Estes resultados estão em concordância com um estudo anteriormente realizado em modelo animal, onde se demonstraram melhorias na capacidade de aprendizagem e memória nos ratinhos tratados com células estaminais do tecido adiposo, comparativamente aos não tratados, diminuição da proteína beta amiloide acumulada no cérebro e um aumento da formação de novos neurónios no hipocampo.</p>
<p>Agora, os investigadores planeiam avançar com um ensaio clínico de fase II, de forma a demonstrar, com maior robustez, a eficácia das células estaminais do tecido adiposo no tratamento da doença de Alzheimer.</p>
<p>Segundo a Dr.ª Bruna Moreira, investigadora no Departamento de I&amp;D da Crioestaminal, “Com o aumento da população em idade avançada, é cada vez mais importante a realização de estudos que permitam desenvolver terapias inovadoras para o tratamento da doença de Alzheimer”.</p>
<p>“Há, no entanto, um longo caminho a percorrer até que este tipo de terapia possa ser disponibilizado de forma abrangente, incluindo a realização de ensaios clínicos com maior número de doentes.”, acrescenta a investigadora.</p>
<p>A doença de Alzheimer é a principal causa de demência a nível mundial, estimando-se que haja mais de 28 milhões de pessoas a viver com esta doença. Em Portugal, pensa-se que atinja mais de 120 mil pessoas, número que poderá ascender a 200 mil já em 2037. A doença de Alzheimer é causada pela acumulação das proteínas tau e beta amiloide no cérebro, resultando na morte de células cerebrais e, consequentemente, em declínio cognitivo progressivo, atualmente irreversível. Os sintomas incluem perda de memória e alterações na capacidade de concentração e aprendizagem. Atualmente, os tratamentos disponíveis para gerir a doença são incapazes de impedir a sua progressão, visando fundamentalmente melhorar os sintomas. Desta forma, é de extrema importância encontrar soluções terapêuticas capazes de prevenir e tratar a doença de Alzheimer.</p>
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		<title>Células estaminais do tecido do cordão umbilical promovem recuperação de lesões neurológicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 12:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[células estaminais]]></category>
		<category><![CDATA[cordão umbilical]]></category>
		<category><![CDATA[crioestaminal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma investigação recente, publicada na revista científica Cell Transplantation, revelou o sucesso do tratamento de lesões cerebrais com células estaminais do tecido do cordão umbilical, apresentando melhorias significativas na qualidade de vida do doente. &#160; O caso apresentado refere-se a um adolescente de 16 anos, cuja avaliação inicial indicou a presença de lesões neurológicas, causadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>Uma investigação recente, publicada na revista científica Cell Transplantation, revelou o sucesso do tratamento de lesões cerebrais com células estaminais do tecido do cordão umbilical, apresentando melhorias significativas na qualidade de vida do doente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-426"></span></p>
<p>O caso apresentado refere-se a um adolescente de 16 anos, cuja avaliação inicial indicou a presença de lesões neurológicas, causadas pela falta de irrigação sanguínea e de oxigénio no cérebro, após paragem cardiorrespiratória, com graves consequências na sua qualidade de vida. Mais de dois meses após o episódio, o adolescente permanecia hospitalizado, sem conseguir respirar nem se alimentar de forma independente e tinha grande dificuldade em seguir instruções básicas.</p>
<p>Na ausência de uma opção terapêutica eficaz, e tendo em conta estudos anteriores indicativos de que as células estaminais mesenquimais (MSC) podem ajudar no tratamento de lesões neurológicas, a equipa clínica avançou com a administração de MSC do tecido do cordão umbilical, combinada com um programa personalizado de fisioterapia.</p>
<p>Ao longo de dois meses, o doente recebeu quatro tratamentos e o procedimento revelou-se seguro, sem complicações de maior. As melhorias foram-se tornando evidentes com o passar do tempo, sendo que, ao fim de um mês após o primeiro tratamento, o adolescente tinha aumentado a força no tronco e a coordenação motora nos membros superiores. Além disso, um ano depois, as lesões cerebrais inicialmente visíveis por ressonância magnética tinham desaparecido e o eletroencefalograma e a pontuação da escala de Medida de Independência Funcional tinham regressado aos valores normais.</p>
<p>“A estratégia de tratamento adotada pelos autores, com múltiplas administrações de MSC combinadas com um programa de reabilitação intensivo, demonstrou-se exequível e segura, tendo resultado na recuperação completa do doente, tanto a nível motor como cognitivo”, afirma a Dr.ª Bruna Moreira, investigadora do Departamento de I&amp;D da <a href="https://www.crioestaminal.pt/" target="_blank" rel="noopener">Crioestaminal</a>.</p>
<p>“No entanto, é importante continuar a realizar estudos com um maior número de doentes para estabelecer a eficácia do procedimento proposto e definir aspetos fundamentais do tratamento, como a dose, frequência e via de administração das MSC”, acrescenta a investigadora.</p>
<p>A paragem cardiorrespiratória é um acontecimento súbito, constituindo-se como uma das principais causas de morte na Europa e nos EUA. Estima-se que, só na Europa, afete entre 350 mil e 700 mil indivíduos por ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Células do sangue do cordão umbilical ajudam no tratamento das lesões cerebrais em prematuros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 09:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[cordão umbilical]]></category>
		<category><![CDATA[crioestaminal]]></category>
		<category><![CDATA[lesões cerebrais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com os resultados de um recente estudo em modelo animal, as células estaminais mesenquimais (MSC) do sangue do cordão umbilical têm potencial para proteger as lesões na substância branca cerebral, por diminuírem lesões secundárias e promoverem a reparação e regeneração de algumas áreas afetadas. &#160; O défice de fornecimento de oxigénio e sangue [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>De acordo com os resultados de um recente estudo em modelo animal, as células estaminais mesenquimais (MSC) do sangue do cordão umbilical têm potencial para proteger as lesões na substância branca cerebral, por diminuírem lesões secundárias e promoverem a reparação e regeneração de algumas áreas afetadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-242"></span></p>
<p>O défice de fornecimento de oxigénio e sangue (hipóxia-isquémia) provocado pela lesão cerebral induz a inflamação do tecido cerebral e a invasão do mesmo por células do sistema imunitário.</p>
<p>O que o grupo de investigadores que conduziu o estudo verificou foi que, após o tratamento com MSC do sangue do cordão umbilical, ocorreu uma diminuição do estado inflamatório da substância branca cerebral e da quantidade de células do sistema imunitário no cérebro, estabilizando a resposta imunológica. Além disso, observou-se ainda um aumento das células responsáveis pela reparação do tecido nervoso e da produção de mielina.</p>
<p>“As células estaminais mesenquimais poderão vir a ser uma nova estratégia para o tratamento deste tipo de lesões, uma vez que apresentam propriedades anti inflamatórias, imunoreguladoras e de reparação neuronal”, explica a Dr.ª Cátia Dourado, bioquímica no departamento de I&amp;D da <a href="http://www.crioestaminal.pt/" target="_blank" rel="noopener">Crioestaminal</a>.</p>
<p>“Apesar da potencialidade desta nova estratégia terapêutica, mais estudos serão necessários para melhor entender os mecanismos de interação entre as MSC do sangue do cordão umbilical e as células do sistema imunitário, interação esta responsável pelo efeito favorável deste potencial tratamento”, acrescenta.</p>
<p>No cérebro e na espinal medula existe uma “massa” denominada substância branca que é composta por células com função de suporte e nutrição dos neurónios e por prolongamentos de neurónios revestidos com uma substância isolante (mielina) que aumenta a velocidade de transmissão dos impulsos nervosos.</p>
<p>Esta “massa” é responsável pela transmissão de mensagens entre diferentes regiões cerebrais e, geralmente, entre as 26ª e 34ª semanas de gestação encontra-se mais sensível. Por esta razão, os prematuros apresentam um elevado risco de lesão cerebral, particularmente da substância branca, que pode ocorrer durante a gravidez, no parto ou depois do nascimento.</p>
<p>Entre os principais fatores associados a estas lesões encontram-se a prematuridade, a inflamação e a hipóxia-isquémia. Por sua vez, as consequências que daí podem advir incluem problemas neurológicos, défices de desenvolvimento cognitivo, físico e comportamental e, em casos mais graves, paralisia cerebral. A complexidade desta patologia, aliada à fragilidade extrema dos prematuros, torna difícil a prevenção e o tratamento das lesões da substância branca.</p>
<p>&nbsp;</p>
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