Um estudo liderado por cientistas do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) observa que células do cérebro são capazes de detetar a presença do parasita da malária no sangue, desencadeando a inflamação na origem da malária cerebral. As conclusões da investigação abrem caminho para novos tratamentos que “poderão travar os danos…
Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo

